← Banco de Referências

Como usar o banco

Este é o guia rápido do método DECIDA aplicado às trilhas de conteúdo da CASE. Leia uma vez — depois consulte só quando quiser confirmar o critério de uma etapa.

1. O que é DECIDA

DECIDA é o jeito da Queila de organizar conteúdo por objetivo editorial — em três grupos. Cada peça que você posta serve a um destes três grupos. Quando você sabe a qual grupo seu próximo conteúdo pertence, o critério de produção, copy e formato fica muito mais simples — porque cada grupo tem propósito diferente.

DECIDA não é um passo a passo. É um mapa. Você vai navegar pelos três grupos a vida toda — não "termina" um para começar o outro.

2. Os três grupos

D+E Descoberta + Entendimento

Propósito. Ser encontrada por quem ainda não te conhece e fazer essa pessoa entender quem você é, como você pensa e que problema você resolve.

Aqui mora história, curiosidade, contraste, ângulo inesperado, opinião forte. O critério principal: a pessoa que nunca te viu entende em segundos por que aquilo é interessante. Não precisa explicar quem você é — precisa entregar valor ou emoção logo.

Exemplos do banco:

  • Reel de história pessoal contando um caso de cliente sem mencionar a oferta.
  • Carrossel com curiosidade do nicho (algo que pouca gente sabe).
  • Vídeo de bastidor que mostra um momento real do trabalho.

C+I+D Confiança + Identificação + Desejo

Propósito. Aprofundar o vínculo com quem já te viu. Conteúdo que constrói autoridade, faz a pessoa se reconhecer no que você diz e desperta o desejo pelo resultado que você entrega.

Aqui mora prova social, raciocínio do método, transformação de cliente, posicionamento, vulnerabilidade verdadeira. O critério principal: a pessoa precisa pensar "essa é a especialista certa pra mim" — não "essa é uma especialista qualquer".

Exemplos do banco:

  • Carrossel explicando um conceito do método com exemplo concreto.
  • Reel com depoimento de cliente focado em transformação (não em número).
  • Vídeo de opinião forte sobre um erro comum do nicho.

A Ação

Propósito. Chamar pra decisão. Conteúdo que abre porta de oferta, agenda, lista, fechamento.

Aqui mora CTA direto, abertura de turma, anúncio de vaga, comunicação de período de matrícula, convite explícito. O critério principal: a pessoa entende imediatamente qual é o próximo passo e qual a janela de tempo.

Exemplos do banco:

  • Reel anunciando abertura de inscrições com link no perfil.
  • Carrossel explicando como funciona a metodologia + CTA pra agenda.
  • Story sequencial avisando que faltam X vagas (sem manipulação artificial).

3. Como misturar os três grupos

A pergunta que mais aparece: "Quanto de cada eu posto?". A regra prática da Queila:

D+E
60%
A maior parte do que você publica
C+I+D
30%
Fatia consistente, sem exagero
A
10%
Sobe em janela de vendas, mantém base nos outros
Conteúdo que só vende cansa, conteúdo que só ensina não converte, e conteúdo que só conecta não constrói marca. Os três grupos se sustentam mutuamente.

Em fase de vendas (turma aberta, agenda com vagas), aumente o A pra 10–20% temporariamente — mas não derrube D+E e C+I+D. Continue alimentando os dois enquanto o A puxa decisão.

4. Como navegar o banco

  1. Filtre pela etapa em /trilhas usando o seletor "C+I+D / Descoberta / Ação".
  2. Clique no card pra abrir o modal com a referência completa: thumb, transcrição e o Guia de uso editorial.
  3. O Guia de uso mostra três blocos pra cada referência: quando usar, por que funciona, como adaptar. Esses três blocos te dizem como aplicar a referência ao seu próprio contexto.
  4. Se a referência ainda não tem Guia de uso, é porque é um item legado pré-curadoria. A seção fica oculta — sem placeholder vazio.

5. O que cada campo do Guia de uso significa

Quando usar

Em que momento do calendário ou da jornada esse conteúdo serve. Exemplo: "quando a audiência está fria e precisa entender o problema antes da oferta".

Por que funciona

Mecânica do conteúdo. Por que esse formato/ângulo conecta. Exemplo: "mistura prova social com vulnerabilidade, criando identificação rápida".

Como adaptar

O caminho prático pra trazer a referência pro seu contexto. Exemplo: "trocar o exemplo de fim de ano pelo contexto da clínica em outubro".

O banco não substitui o seu olhar editorial — ele acelera. A escolha final do tom, do contexto e da entrega é sua.

6. Erros comuns

  1. Achar que C+I+D é só "Confiança". Não é. São três coisas que andam juntas: confiança (acreditar em você), identificação (se ver no problema) e desejo (querer o resultado). Se faltar uma, o conteúdo dessa categoria não está completo.
  2. Postar 80% Ação porque "preciso vender". Audiência cansa rápido. Ação puxa decisão de quem já está pronto — não cria pronto.
  3. Postar 100% Descoberta porque "viraliza". Alcance sem confiança vira número, não cliente. C+I+D no meio converte atenção em desejo.
  4. Tratar DECIDA como sequência linear. Não é. Os três grupos rodam em paralelo no calendário — audiência nova entra pelo D+E hoje, vê seu C+I+D amanhã, decide pelo A na semana que vem.

7. Para começar